quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Workshop at Ahveniston koulu

On December, 17th, we went to Ahveniston koulu, in Hämeenlinna, to develop an activity with students.

This activity was inspired by a course I've attended in Coursera early this year called Tinkering Fundamentals: A Constructionist Approach to STEM Learning. This course was provided by Exploratorium, "an eye-opening, playful place to explore how the world works", in San Francisco, CA.
The activity we developed with 9th grade students at Ahveniston koulu was the creation of a scribbling machine. We gave them some ideas about the connection between drawing and movement, and we showed an example of such a machine. After that, they were free to create with the available material their own machines. We acted as facilitators, showing them how to solve some problems when necessary.
For me, it was a very interesting opportunity to see joy in learning, and the connection between arts and engineering through free experimentation.
Finns are so quiet (specially when they need to speak in English) that sometimes you don't know if they are really enjoying what you are doing. I hope these students enjoyed this activity. :-)

Here are some photos.
The environment, the classroom of Math.
As pointed out by the Exploratorium guideline for this activity, the environment has a important role. The classroom was just perfect, because it's comfortable, with good lighting and worktables, and students could see the work of their colleagues.
A very short introduction





Hands on!


First tests






Play time: everybody together!







And now, the video.

Very clever students! Congratulations for them all!
I'd like to thank the support from HAMK, specially Maaret, Marja, and Juuso, and also the teachers at Ahveniston koulu, Tove and Marika. Special thanks also to my colleagues Rodrigo (IFMS) and Carolina (IFRN).

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Visit to the Playful Learning Center - University of Helsinki

On Dec, 15th, we visited the Playful Learning Center, a new space at University of Helsinki for research and development of learning solutions for the 21st century.
This laboratory was established last September through a partnership with Rovio.




segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Visit to the public library in Ivalo

On December, 13th, we visited the public library in Ivalo, Lapland.
Ivalo is the administrative center of Inari, the largest municipality (regarding area) in Finland.
The whole municipality has a population of approximately 7,000 inhabitants, and Ivalo, around 4,000.
In addition to this library, there is another one in the village of Inari (at the Sámi Cultural Centre Sajos) and a bus library (kirjastoauto) that visits different places in the municipality.
Here are some photos of the library. Besides paper books, it lends CDs, DVDs, e-books, audio books, and sports equipment. Yes, you can go to this library to borrow skis. :-)
I've asked the librarian how many people frequented the space. She told me that almost everybody, since books are expensive in Finland.



Typical clothes of Sámi people

Space for children to listen to stories



The Portuguese author Fernando Pessoa, translated to Finnish ("O banqueiro anarquista")


Audio books

Skis to lend (for a period of 15 days)

Visit to Ivalon lukio

On December, 12th, we visited Ivalon lukio (Ivalo upper secondary school), in Ivalo, municipality of Inari, Sápmi (or Lapland) area, in Finland.

Entrance of Ivalon lukio
Inari is the largest municipality in Finland and Ivalo is its administrative center. The whole municipality has a population of approximately 7,000 inhabitants, and Ivalo, around 4,000.
There are four official languages spoken in the municipality: Finnish, Inari Sámi, Northern Sámi, and Skolt Sámi.
Typical clothes of Sámi people
We were warmly welcomed by the headmaster Ulla Hynönen, which is also teacher of English. I'd like to express my gratitude for her attention.
That day, there was a show of Northern Sámi music by the band Ravggon. I really enjoyed the music, even without understanding a word in Sámi.
Waiting for the beginning of the show


The school has approximately 90 students. Around one third of them study Sámi as a first or second language. This is a challenge regarding the small number of students, but they solve it through technology. A Sámi teacher in Ivalo teaches students in Rovaniemi by using web conferencing softwares.
We visited the 1st grade class. Ulla had previously asked students to organize some questions using padlet. Their questions regarded climate in Brazil, our spare time, northern lights, impression about Finland, etc. It was very nice to talk with them. Their main complain about living there is the small size of the village. I understand their point of view, of course, but there you find two supermarkets, cinema, ice hockey hall, library, and a public swimming pool, what is unimaginable in a Brazilian city of the same size.
We observed in this school the same high standard of bigger schools in Southern Finland. For instance, they can choose to study the following languages: Inari Sámi, Skolt Sámi, Northern Sámi, German, French, Russian, and English. Students also have the opportunity to visit CERN, in Geneva.

One of the classrooms

Chemistry classroom

Students' space

Students' space

Teachers' room

Teachers' offices
We visited briefly the music classroom. At that moment, there was an audition session, where each student should sing in the acoustic cabin for assessment by the teacher.
Music classroom
Update on 2015/01/21: Students have also posted an entry about the visit at https://ivalonlukio.wordpress.com/2014/12/19/brazilian-guests/

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Educação cristalizada como valor básico

Para mim, são os pequenos detalhes que dizem a verdade sobre qualquer pessoa (e sociedade, como ficará claro a seguir).
Meu filho esteve na Finlândia comigo por três meses. Em todos os momentos em que fui apresentado à alguém aqui, quando descobriam sobre sua estadia, a primeira pergunta era: "Ele está indo para a escola?". Pessoas de diferentes lugares e profissões, mas sempre com a mesma primeira pergunta. E quando eu respondia que sim, parece que havia aquele alívio, "puxa, que maravilha, é na escola que uma criança deve estar" (obviamente não com esses termos, mas a gente aprende a ler os finlandeses).
Como já comentei antes, a Educação está arraigada nesta sociedade como um valor básico e universal.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Criticizing the Finnish model

It's been hard for me to find big problems in the Finnish model of education and society. But here are some issues I've collected talking with people from different backgrounds:
  • The upper secondary system gives so many freedom for students (to choose the courses) that they become lost.
  • Finnish people think that speaking only English as a foreign language is enough. They need to learn more languages, to grasp different points of view.
  • For the first time in a moment of crisis, government has made budget cuts in Education. It will bring harmful consequences in the future.
  • Young people are forgetting History. This is serious specially regarding European events between the 1930s and 1940s.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Visita à empresa Soil Scout

No dia 27/11, visitamos, Rodrigo, Christiano e eu, um dos sócios da empresa Soil Scout, no município de Ulvila. Agradecemos ao prof. Markku Kippola pela oportunidade.
Johannes, o sócio, é filho de fazendeiro e especialista em tecnologia agrícola. A empresa Soil Scout é uma startup que desenvolveu tecnologia de sensores abaixo da superfície (enterrados). Atualmente, os sensores monitoram temperatura e umidade. Ficam enterrados entre 10 e 30 cm e transmitem os dados para uma estação coletora. Da estação coletora, via GPRS são enviados para um servidor na nuvem. O usuário pode acessar os dados a qualquer momento. O tempo de vida dos sensores é estimado em mais de 15 anos.
Um mapa do campo de teste, em Ulvila, pode ser visto no site da empresa. É possível visualizar a série histórica de cada um dos sensores.
Mapa do campo de testes da Soil Scout

Conversamos um bom tempo com Johannes sobre aplicações do sistema. É muito importante para uso racional da água e tem, portanto, um apelo forte para as mudanças climáticas que estão acontecendo.

domingo, 30 de novembro de 2014

Uma história de superação - Educação na Finlândia

Uma pergunta que tenho feito é qual caminho a Finlândia percorreu para chegar onde está na educação. Não é fácil obter uma resposta, pois nem os finlandeses entendem direito esse processo.

Então, o que vou fazer aqui é um resumo do capítulo 1 do livro de Pasi Sahlberg, Finnish Lessons.

A Finlândia saiu arrasada da II Guerra Mundial. Assinou um acordo de paz com a União Soviética em setembro de 1944, tendo que lutar para remover tropas alemãs de seu território até abril de 1945. Perdeu 12% de sua área para os soviéticos e teve que realocar 11% de sua população.
Em 1950, somente aqueles que moravam em cidades maiores tinham acesso às grammar schools (escolas com 5 anos de ensino fundamental II e 3 de médio). Nesse ano, só 27% das crianças de 11 anos estavam matriculadas no fundamental II. Havia 338 grammar schools e 2/3 eram privadas.
Salhberg cita três comitês das décadas de 1940 e 1950 que levantaram a discussão sobre o sistema de ensino no país.
O primeiro, comitê curricular da escola primária, foi estabelecido em junho de 1945. Foram estabelecidos novos objetivos para a educação, afastando-se do modelo alemão. A reforma do currículo foi baseada em estudos experimentais envolvendo 300 escolas e 1000 professores. Segundo Sahlberg, o trabalho final da comissão, publicado em 1952, era de excepcional qualidade, formulando objetivos educacionais de modo sistemático e com uma perspectiva centrada nas crianças.
O segundo comitê, estabelecido em 1946, era o do sistema educacional. A proposta era que o sistema finlandês tivesse 8 anos de educação básica compulsória e igual para todas as crianças. Entretanto, a proposta do comitê era de que só aqueles que tivessem aprendido línguas estrangeiras poderiam prosseguir os estudos no ensino médio. Isso criou um debate na sociedade sobre justiça social e criação de oportunidades educacionais iguais.
O último comitê citado por Sahlberg, de 1956, foi o de programa escolar, para unificar o sistema educacional. O comitê fez um trabalho de análise das políticas internacionais de educação e, alinhado à prioridade da época nos Estados Unidos e Inglaterra, melhorar a igualdade de oportunidades educacionais tornou-se um tema central. As recomendações publicadas em 1959 propunham um sistema de 9 anos de educação básica, em que os 4 primeiros anos eram iguais para todos, progredindo para uma diferenciação em orientação prática ou acadêmica (com línguas estrangeiras) a partir do 5º ano.
Essa proposta iniciou um debate profundo sobre o valor da educação na sociedade finlandesa. A questão principal era: é possível que todas as crianças aprendam? Os professores primários acreditavam que sim; as universidades, em geral, duvidavam e os políticos estavam divididos. Por fim, com um debate acirrado, que incluía algumas previsões sombrias de que educação igual para todos faria o nivelamento por baixo, que o nível geral da educação iria diminuir, de que o país jogaria fora seus talentos e perderia a corrida na economia internacional, uma proposta modificada foi aprovada em novembro de 1963. Ali estava criado o novo modelo educacional finlandês. Nesse modelo, chamado peruskoulu, todas as crianças teriam direito à mesma educação básica durante 9 anos. Esse novo sistema seria iniciado em 1972 no norte do país e estaria completo em 1978, nas áreas urbanas do sul.
Sahlberg reforça (e eu aqui também o sigo) que não foi fácil alterar a crença corrente na época de que nem todos eram capazes de aprender. Um tal de relatório Coleman do governo americano ecoava em alguns setores da sociedade, com a opinião de que a personalidade e disposição dos jovens era sedimentada no ambiente familiar e que a escola não tinha muito como alterar isso. Contra isso, alguns pesquisadores argumentavam que a habilidade e inteligência individuais cresciam de acordo com o nível requerido pela sociedade, e que os sistemas educacionais simplesmente refletiam esses limites ou necessidades. Sahlberg ainda cita que a Associação dos Professores Primários teve um papel de destaque ao apoiar a alteração no sistema e acreditar no potencial das crianças.
Esse novo modelo, peruskoulu, forçou o desenvolvimento de três aspectos. Primeiro, ao integrar estudantes com diferentes históricos, obrigou a alterações nas estratégias de ensino. As dificuldades de aprendizado deveriam ser identificadas logo e os alunos auxiliados de forma adequada. Segundo, fez com que o aconselhamento de carreira se tornasse prática nas escolas básicas. Terceiro, a reforma não era apenas organizacional, mas de filosofia de educação: (a) todos podem aprender se tiverem adequadas oportunidades e suporte; (b) compreender e aprender através da diversidade é uma meta importante; (c) escolas devem funcionar como democracias em pequena escala, na linha de pensamento de John Dewey. Ou seja, estavam se sedimentando as ideias de igualdade, diversidade e participação. Em 1979, com a percepção de que métodos alternativos de ensino eram necessários, uma nova lei de formação de professores foi aprovada, com foco em desenvolvimento profissional e capacitação baseada em pesquisa (todo professor tem que ter mestrado).

O que é mais interessante é que as ideias educacionais implementadas na Finlândia foram importadas principalmente dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. E mais interessante ainda é que especialmente nos Estados Unidos e Reino Unido os resultados das pesquisas sobre conhecimento e aprendizado ficariam somente nos meios acadêmicos.

Todos podem aprender. É o que está cristalizado e solidificado como premissa básica no sistema finlandês. O que não implica que todos aprendem de forma igual, e daí saem todas as estratégias de personalização dos percursos formativos que aqui são aplicadas.

domingo, 23 de novembro de 2014

Workshops na ARM em Cambridge

Tive a oportunidade de participar de dois workshops na sede da ARM em Cambridge, no Reino Unido, em 17/11.
Os workshops trataram dos temas processamento digital de sinais e sistemas operacionais embarcados, ambos usando a placa STM32F4 Discovery.
Foi uma oportunidade interessante de conhecer o programa universitário da ARM através do seu gerente, Robert Ianello.



Non scholae

Quando visitamos a Escola Técnica Tavastia, no setor de pintura vi uns dizeres em uma parede que me chamaram a atenção. Naquele momento, não sabia exatamente o que significava, mas fazendo uma pesquisa, descobri.

Escrito em latim, significa: "aprendemos não para a escola, mas para a vida". É uma adaptação de uma passagem de uma carta de Sêneca para Lucílio.

Mais informações em http://audiolatinproverbs.blogspot.fi/2007/08/non-scholae-sed-vitae-discimus.html

O valor da educação - Interviewing Emmanuel

Emmanuel is an engineer, originally from Zambia, and he's been living in Finland for the last 15 years. He is studying and working hard here and I think he shows us a good example of the value of education.
Currently, he is finishing a professional teacher training programme at HAMK, while studying simultaneously in a Master's degree programme. He has expertise in the fields of bioenergy and thermodynamics.
He also told me how important is for an engineer to know about business, and for this reason he has got degrees in business administration.
I wish Emmanuel all the best!


Sistema educacional brasileiro

Fiz um diagrama, baseado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), Lei 9.394/1996, para situar os diferentes níveis de ensino existentes no Brasil.
Realizando a pesquisa, para mim foi novidade o ensino obrigatório a partir dos 4 anos de idade (estabelecido pela Lei 12.796, de 2013). Em que condições de qualidade será feita essa oferta?


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Ensino na Inglaterra

Em minha curta viagem à Cambridge, fiquei na casa de um professor da educação básica e tive oportunidade de conversar com ele sobre ensino. Primeira constatação: na Inglaterra, há escolas separadas para alunos "problemáticos". Dave dá aulas de inglês, geografia e matemática para 22 alunos em uma dessas escolas. Um dos primeiros comentários dele foi sobre as inspeções periódicas. Ele até não vê problema na inspeção em si, mas sim no processo, que não é construtivo. O inspetor vê um instantâneo da aula, aponta defeitos, mas não se preocupa com o que realmente interessa que é o aprendizado dos alunos.
Não me pareceu cristalizada a premissa que todos podem aprender. Parece que fica naquele "eles têm tantos problemas familiares, é difícil que aprendam".

Passeando pelas ruas, é claro que a cidade respira educação, tem história, mas o que ficou para mim é que é um retrato da sociedade britânica: no entry; CCTV; only fellows.

sábado, 15 de novembro de 2014

Proakatemia

Em 14/11, visitamos a Proakatemia, parte da Universidade de Ciências Aplicadas de Tampere (Tampereen Ammattikorkeakoulu). Proakatemia é um ambiente parecido com incubadora e empresa-júnior, mas acho que não há nada igual no Brasil. É um espaço e forma de ensino diferente, com foco em empreendedorismo.

Como funciona?

Estudantes de administração e sistemas de informação cursam um ano regular na universidade. Depois disso, participam de um processo de seleção com entrevistas. A partir da aprovação na Proakatemia, cursam dois anos e meio dentro desse ambiente.

E o que os estudantes fazem nesse período?

Eles constituem times de aproximadamente 12 alunos e criam empresas reais, com todas as licenças e contratos necessários pelas leis do país. A partir daí, partem para o desenvolvimento de projetos, como uma empresa convencional.
Alguns exemplos de projetos já desenvolvidos: operação de uma cafeteria em um evento, operação de uma sorveteria no verão, venda de ingressos, venda de cartões-presentes, criação de campanhas para eventos.
Falhar faz parte desse processo. Comentaram que um dos times teve prejuízo em um projeto  e os sócios-estudantes estão arcando com os gastos. É claro que, por conta disso, há um compromisso entre risco e grau de investimento necessário.
Atualmente, há 7 empresas com aproximadamente 90 estudantes, o que corresponde a mais ou menos 25% dos alunos do curso (os outros alunos que não se interessam por esta metodologia ou não conseguem vaga seguem o curso regular). Em 2015, vão se mudar para outro espaço, maior.
Os alunos devem cumprir 1100 horas de projeto, com 30 créditos de treinamento prático na empresa própria mais 10 créditos de estudos. Ao final do programa, ainda escrevem um TCC, participam de uma atividade em que tem que resolver problemas em 24 horas, e fazem uma viagem internacional, para desenvolver algum projeto.



Qual o suporte dos professores?

Atualmente, há 6 coaches (professores) em tempo integral e um em tempo parcial.
Não há aulas nem provas durante esses dois anos e meio. Há reuniões diárias com os coaches e material para leitura e pesquisa. Por exemplo, cada aluno tem que obter 5 pontos por mês pela leitura de livros de uma lista extensa. Cada livro vale de 1 a 3 pontos, dependendo da complexidade. Depois da leitura, o aluno deve produzir uma resenha e também apresentar os pontos importantes em alguma das reuniões com o grupo. O que ele lê está dentro das necessidades do projeto que está desenvolvendo: se ele é resposável pelo marketing de um projeto, vai estudar sobre esse tema. Dentro das empresas, há revezamento das funções, de modo que o aluno adquira experiência nos diversos setores (finanças, marketing, etc).

História

Em Tampere, foi fundada em 1999. A primeira academia desse tipo foi criada em Jyväskylä, há 22 anos.
98% dos formados conseguem emprego ou abrem empresa.

E a concorrência com outras empresas?

Nesses 15 anos de atividade, tiveram uma reclamação formal, afirmando que praticavam concorrência desleal pois os estudantes recebiam renda menor. Mas a professora comentou que de modo geral, outras empresas enxergam essa concorrência como positiva. Segundo ela, um empresário consciente pensa que se um cliente prefere a empresa dos estudantes, então é porque sua empresa está com problemas e tem que melhorar.
Reforço, aqui, que os estudantes não tem qualquer tipo de vantagem em relação a impostos; o que constituem é uma empresa absolutamente convencional.

Espaço

As empresas dos alunos dividem um espaço compartilhado, pagando aluguel para a universidade. Só achei um pouco ruidoso, pois, como não há paredes, qualquer conversa ecoa no ambiente inteiro.



Meus comentários para os alunos

Para um dos alunos que trabalha com produção e edição de vídeos e que pediu algumas ideias e críticas sobre o programa, enviei a seguinte mensagem:

Here is Fernando, from Brazil. We met at Proakatemia on November, 14, and I told you I'd send some links about educational videos.
Last year, I completed a Physics course at Coursera. It was very well designed, and you can find one of the videos here:
https://www.youtube.com/watch?v=LR9av62cDz4
Coursera is a platform for MOOCs (massive online open courses), and if you want to explore a little bit about educational videos, it's an interesting place to check: https://www.coursera.org/

During the meeting, you asked for criticisms about your degree programme. Besides some noise in your working environment as I pointed out, maybe you miss some experience with products. If I understood correctly, for different reasons, you focus on services. Well, I understand that a balance between risk and investment is crucial for you students, but there are some options to fund ideas regarding products. Kickstarter and Indiegogo are interesting crowdfunding platforms. Check some projects funded there:
https://www.kickstarter.com/projects/1171695627/polar-pen-both-tool-and-toy-pen-stylus-made-from-m
https://www.kickstarter.com/projects/angeliatrinidad/passion-planner-the-one-place-for-all-your-thought
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